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Camila Giorgi está na 2.ª ronda do Open da Austrália, mas é acusada de ter viajado com um falso certificado de vacinação contra a covid-19

O nome da tenista italiana surgiu numa lista de pessoas supostamente implicadas com uma médica acusada de fornecer vacinas e certificados falsos. Confrontada com as acusações, Camila Giorgi fiz estar “muito calma” e garante que tomou “todas as vacinas em locais diferentes”

Lusa

MANAN VATSYAYANA/Getty

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A tenista italiana Camila Giorgi, que está a participar no Open da Austrália, negou acusações de ter utilizado um certificado falso de vacinas contra a covid-19 para viajar.

Uma médica está sob investigação em Itália por fornecer vacinas e certificados falsos, aparecendo o nome de Giorgi numa longa lista de pessoas implicadas por um jornal italiano.

Na terça-feira, após vencer a russa Anastasia Pavlyuchenkova no Open da Austrália, Giorgi confirmou que consultou a médica em causa, afirmando não ter feito nada de errado.

“Fiz todas as minhas vacinas em lugares diferentes, então o problema é dela, não meu”, disse a desportista. “Posto isto, estou muito calma”, acrescentou.

Giorgi apontou que foi vacinada pela médica italiana e por autoridades médicas de outros países.

O pai da tenista, Sergio Giorgi, estava sentado no fundo da sala onde decorreu a conferência de imprensa, hoje, em Melbourne Park e, no final, expressou incredulidade por não terem sido feitas perguntas sobre ténis.

Antes do torneio, o diretor-executivo da Tennis Australia, que organiza o torneio, disse não estar totalmente ao corrente das alegações sobre os certificados falsos.