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E-toupeira: Tribunal defende que Paulo Gonçalves sabia que corrompia quando dava camisolas e bilhetes, um “privilégio de €4 mil por ano”

Tribunal não aceita que o ex-assessor do Benfica tenha feito ofertas “sempre com um mesmo destinatário e de forma reiterada” ao funcionário judicial José Augusto Silva. Ex-jogadores do Benfica foram ouvidos como testemunhas num processo que terminou com duas condenações com pena suspensa e uma absolvição

Hugo Franco

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

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A juíza Ana Paula da Conceição, do Tribunal judicial de Lisboa, considerou como corrupção a oferta de camisolas assinadas por jogadores do Benfica e bilhetes para jogos disputados no Estádio da Luz durante dois anos feitas pelo ex-assessor jurídico do clube encarnado, Paulo Gonçalves, ao funcionário judicial José Augusto Silva, ambos condenados, embora com penas suspensas, no processo e-toupeira.

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