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Chelsea quer João Félix em definitivo e o Atlético Madrid já lhe colocou etiqueta com o preço

Em Espanha dizem que o avançado português está feliz em Londres e que os blues querem continuar a contar com ele na próxima época. Para tal, será preciso mais uma operação milionária por parte do Chelsea de Todd Boehly, que só nesta temporada já gastou mais de 600 milhões de euros em jogadores

Expresso

Chris Lee - Chelsea FC

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O casamento emprestado parece estar a correr bem. João Félix gosta de jogar em Londres e o Chelsea, apesar da crise desportiva, está encantado com o jogador. Acontece que o ex-Benfica é ainda um ativo do Atlético Madrid, renovou aliás com os espanhóis até 2027 antes de sair para a Premier League, e de Espanha dizem que a equipa de Diego Simeone não está disponível para deixar sair em saldos um jogador que lhe custou mais de 120 milhões de euros.

Diz o diário “As” que o Chelsea olha para João Félix como peça importante para o futuro do clube, que esta temporada tem saltado de treinador em treinador e ocupa um desapontante 11.º na Premier League, apesar do investimento da nova direção, que tem o norte-americano Todd Boehly como figura principal. Frank Lampard será técnico interino até final da temporada e pressupõe-se que na próxima época haverá um reset. João Félix não faria parte das mudanças, apesar das atuações do português não terem feito muito para alterar a situação dos londrinos. Em 12 jogos com o Chelsea, Félix marcou dois golos.

Para que o atacante fique em definitivo no Chelsea será necessário um investimento importante por parte dos blues: o portal “Goal” garante que o Atlético Madrid não está na disposição de perder dinheiro e que pede qualquer coisa como 100 milhões de euros para libertar João Félix. Algo que poderá não ser um problema de maior para os bolsos fundos dos novos proprietários do Chelsea, que só esta temporada já gastaram mais de 600 milhões de euros em reforços, incluindo os mais de 120 milhões de euros pagos ao Benfica por Enzo Fernández no mercado de inverno.

O “Goal” aponta para outra hipótese: um novo empréstimo ao Chelsea, em que o Atlético exigiria uma taxa de 18 milhões de euros, que são os encargos anuais que o clube tem com o jogador. Uma solução que não parece agradar às partes e que é vista como apenas de recurso.