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Fernando Santos e o sorteio da Liga das Nações: “Não vale a pena antecipar favoritismos porque, até lá, muita coisa ainda vai mudar”

Na reacção ao canal 11 aos adversários que calharam a Portugal, o selecionador nacional considerou o grupo "muito consistente", chamando a atenção para a valia da Suíça, que "não se pode excluir". Mas Fernando Santos garante que a seleção está, para já, "totalmente centrada" no play-off de acesso ao Mundial, que se disputará em março, três meses antes desta Liga das Nações

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Reação ao sorteio

"Na Liga das Nações, acho que ninguém quer ninguém. Está ali a nata da Europa. Neste sorteio, não vale a pena antecipar favoritismos porque, até lá, muita coisa ainda vai mudar. As equipas estão em mudanças, o que é perfeitamente normal. É um grupo muito consistente. A Suíça não se pode excluir, porque provocou que a equipa de Itália vá discutir o play-off. Portugal terá de estar preparado"

Portugal e Espanha são os favoritos?

"É uma prova muito rápida, são seis jogos, o que torna tudo menos previsível. Vai ser logo em junho e setembro, são só duas janelas, vai ser tudo muito rápido. São duas janelas difíceis. Em junho é fim de época, com muita cansaço, e equipas como Portugal e Espanha têm, normalmente, muitos jogadores nas finais das competições europeias de clubes. É sempre um momento difícil a nível de momento de forma, isso aconteceu-nos neste Europeu. E depois em setembro é o contrário..."

Com quatro jornadas em junho, não há muito tempo para treinar

"Não tendo tempo para treinar, há um crescimento que se pode ir fazendo de jogo para jogo, pode-se ir corrigindo e tentando melhorar. Nestas duas janelas de dois jogos só é mais difícil: fazes uma correcção para o segundo e só voltas a jogar quatro meses depois. Tem coisas positivas e negativas"

Concentração total no Mundial

"Estamos totalmente centrados no play-off que aí vem, em março, esse é que é o objetivo primeiro. Depois pensaremos na Liga das Nações, que é uma competição na qual temos alguma coisa a dizer. Não é uma competição menor, e cada vez mais será importante. E Portugal já lá tem o nome inscrito"