Casa Pia tem feito um excelente campeonato
“O Casa Pia é a equipa surpresa, por assim dizer. Olhamos para os números e vemos que é uma equipa que sofre poucos golos, só tem mais um golo sofrido que FC Porto e Benfica. Entre todas as equipas promovidas na Europa, o Casa Pia é a melhor equipa. Esperamos uma das saídas mais difíceis que teremos”
Calendário exigente
“É o calendário que temos, as diferentes competições estão aí. É um bom sinal, o FC Porto tem de estar em todas as frentes. Esperemos que sejam sete jogos, incluindo uma final neste mês de janeiro [a da Taça da Liga]”
Momento do Benfica
“Olhamos para nós. Como já disse na antevisão ao último jogo, a verdadeira motivação está dentro de casa, no nosso trabalho e nos nossos jogadores”
Em Espanha noticiou-se que Cristiano quer Pepe no Al-Nasrr
“O Al-Nassr quer fazer uma equipa para ganhar a Liga dos Campeões, mas não é possível, estão noutro continente. O mercado fica à porta do Olival. A ligação do Pepe aos adeptos, ao clube e à cidade é demasiado forte. Nem se fala nem pensa nisso. Nós pensamos nos nossos objetivos e no que temos pela frente”
Nova baixa por lesão de Pepe
“Conto com ele, claro, como conto com o Zaidu, o Evanilson e os que fazem parte da gestão do departamento médico. O Pepe teve a infelicidade de se magoar na seleção e agora temos de o recuperar. Mesmo não estando fisicamente apto para o jogo é um elemento fundamental para o nosso grupo”
Três (Uribe, Pepe e Marcano) dos quatro capitães de equipa estão em final de contrato
“O que me interessa é que têm contrato até fina da época. O que é importante é a época que temos pela frente”
Estado do relvado do Jamor
“Falei muitas vezes naquele relvado, que era antigo. Entretanto foi mudado e encontrámos um bom relvado na final da Taça de Portugal. Não tenho conhecimento que esteja em mau estado, mas está previsto que chova amanhã à hora do jogo. Mas não houve qualquer preparação especial, sinceramente”
Aplicou lições da paragem pela pandemia à paragem pelo Mundial?
“São contextos diferentes. Nós trabalhámos muito nesse período em que, infelizmente, estivemos em casa, mas sempre por videoconferência. Agora foi completamente diferente, estivemos juntos, ainda que sem o grupo de trabalho completo devido ao Mundial. Mas permitiu-me trabalhar certas situações com os jogadores, também com jogadores da equipa B. O impacto que terá só veremos no final da época. Acredito que poderá ser positivo para algumas equipas. Nós preocupamo-nos com o que nós fazemos. Não estamos habituados a uma paragem do género, veremos no final”