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Nos EUA, há 11 portugueses na luta pelo título de basquetebol universitário: “Temos uma boa hipótese de ganhar e ir ao March Madness”

Há diversos portugueses a competir no campeonato de basquetebol universitário norte-americano, que arrancou no passado mês de novembro. São 11, cada um na sua universidade, mas com objetivos bem definidos. A Tribuna Expresso falou com Marta Vargas e Leonor Paisana para perceber quais as expectativas até ao final da temporada

Rita Meireles

Icon Sportswire

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No que ao basquetebol norte-americano diz respeito, Neemias Queta não é o único jogador a representar a bandeira portuguesa. Na NBA e na G-League, sim, mas de onde ele veio estão outros como ele à procura das mesmas ou outras oportunidades: o campeonato de basquetebol universitário.

Segundo dados da Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB), a National Collegiate Athletic Association (NCAA) tem na sua primeira divisão um português do lado masculino, e 10 portuguesas do lado feminino.

Stanley Borden, o único representante masculino, faz parte do plantel da Universidade de Duke, uma das mais tituladas da história e liderada pelo mítico Mike Krzyzewski, que levou a seleção dos EUA a três ouros olímpicos em Pequim 2008, Londres 2012 e Rio 2016. Filho de pai norte-americano e mãe turca, não há muito que ligue Stanley a Portugal, a não ser a descendência dos judeus sefarditas que a mãe descobriu ter. Sendo assim, tendo a possibilidade de optar pela nacionalidade espanhola ou portuguesa, a escolha acabou por ser Portugal e Stanley ficou com a nacionalidade portuguesa e norte-americana. O jogador integra o plantel da equipa de Duke desde o início da época 2021/22 e também já foi internacional por Portugal nas camadas jovens.

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