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Crónica

O doloroso regresso de Guedes à pátria

Bruno Vieira Amaral fala do avançado, de volta à Luz, e do presente envenenado que é o empréstimo por seis meses ao Benfica: são umas férias mais prolongadas do emigrante português que, no fim do idílio, tem de regressar ao trabalho no duro. Aqui tem o sol, tem os amigos, adeptos que o adoram, uma competitividade moderada, até tem o hino da Champions, mas não tem o dinheirinho

Bruno Vieira Amaral

EDUARDO COSTA/EPA

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Era melhor que Julen Lopetegui gostasse de Gonçalo Guedes, que o quisesse feliz e ao seu lado no clima ameno de Wolverhampton, que tivesse um plano para o recuperar porque este regresso do jogador ao Benfica é um doloroso lembrete de tudo o que poderia ter sido. Para cúmulo, o rapaz entra depois de um único treino com a equipa e marca um golo que tanto nos faz saltar da cadeira como nos prega de novo ao sofá a perguntar a todos os santinhos: “Afinal, para que é que serve Julian Draxler?”

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